O Caderno da Rita Cuca é um cantinho para partilhar pensamentos e curiosidades do dia-a-dia de um mundo cada vez mais surpreendente. Divirta-se! Nota: AS NOVAS MENSAGENS ESTÃO A SEGUIR À PRIMEIRA.
domingo, 31 de maio de 2009
Romarias
Ora, se isso é inspirador para qualquer um, para o artista que mantém a sua humildade, é um momento absolutamente único!
Felizmente, Portugal ainda consegue manter as romarias, uma tradição quase única em todo o mundo.
sábado, 30 de maio de 2009
Contra o ruído
sexta-feira, 29 de maio de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
O Grande Homem
terça-feira, 26 de maio de 2009
Menina Marioneta
De olhos brilhantes e sorriso permanente, lá danço eu neste palco misterioso, fazendo rir ou chorar um público imprevisível.
Sempre presa por fios, mexo-me conforme a mão gigante me manipula.
Bem gostaria de me soltar e ser uma menina livre como todas as outras, mas se o fizesse, cairia inerte no chão.
Bem gostaria de cortar estes fios que me prendem, mas não posso, porque, sem eles, perderia toda a liberdade que ainda tenho. Assim, seria apenas uma velha marioneta desengonçada, à espera que a Fada dos Desejos me viesse dar vida própria. Ficaria então esquecida, à espera da fada, que poderia vir tarde, ou até poderia não vir...
Não, não quero cortar estes fios, porque com eles, pelo menos, posso continuar a viver e a ser a simpática Menina Marioneta!
domingo, 24 de maio de 2009
Corrida Especial
Duas lições:
1ª - Os "ditos normais" desistem à mínima dificuldade, ou então tentam alcançar os objectivos de forma indigna.
Os deficientes, para além de nunca desistirem dos seus objectivos, ainda ajudam aqueles que vão encontrando pelo caminho, incluindo os "ditos normais" que tantas vezes desrespeita e julga a diferença como sendo uma inferioridade.
2ª - Se nos ajudarmos um aos outros, conseguimos atingir os nossos objectivos de forma muito mais gloriosa. Este é o verdadeiro sentido da humanidade. Isto sim, é ser civilizado.
O filme chegou-me hoje por email, desconheço o título e o nome do autor, mas devo dizer que está de parabéns, porque o trabalho está realmente magnífico! Se já não foi, merecia, sem dúvida, ser premiado e muito bem premiado.
sábado, 23 de maio de 2009
Perguntas parvas
- Que foi? Que tens? - pergunta o outro, continuando a comer calmamente.
Perguntar não ofende, mas há perguntas que não merecem resposta.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Solta-se um grito
quarta-feira, 20 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
Diferença
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Ternura num Sonho
Passaram-se muitos, muitos dias… mas a imagem deste sonho, permanecerá para sempre num cantinho da minha memória, no qual me refugio para encontrar a paz.
domingo, 17 de maio de 2009
sábado, 16 de maio de 2009
Trabalhar é crime!
Um assaltante, dorme uma noite quentinho na cadeia, toma um belo pequeno-almoço e vai à vida dele, tendo (quando tem) apenas que se apresentar na esquadra de 8 em 8 dias.
É de facto, um paradoxo que nos leva a concluir que o crime compensa!
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Cavalinho de Pau
quinta-feira, 14 de maio de 2009
O Homem Alto
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Falta de Tempo
A vida passa e nós esquecemo-nos de a viver...
domingo, 10 de maio de 2009
Grande Soneira
sábado, 9 de maio de 2009
Anjinhos e Santinhos
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Mundo ao Contrário
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Sorria e Chorava
terça-feira, 5 de maio de 2009
Escrita para crianças e para adultos
Por exemplo, enquanto que nos contos infantis a princesa apaixona-se por um rapaz pobre, nos contos para adultos temos a rapariga de boas famílias que se enamora pelo toxicodependente. Ambas as histórias baseiam-se na luta do amor contra o preconceito. Tal como mudam as personagens, a semântica e o vocabulário também se alteram. No conto infantil temos frases simples, curtas, objectivas e com um vocabulário rudimentar, tal como "A princesa beija o rapaz.". Para os adultos, o vocabulário é rico, sofisticado e a frases tornam-se mais longas e com várias figuras de estilo, tal como "A rapariga sente-se constrangida, mas o seu coração bate loucamente quando os lábios roxos e secos de Joe, tocam nos seus.".
Com isto já verificamos que, apesar destas pequenas diferenças, a história, a mensagem e a emoção dos contos infantis e para adultos, são as mesmas. O que significa que a forma como o adulto vive e se emociona com a história, praticamente não difere da das crianças.
Por isso e como já disse em mensagens anteriores, é muito importante não deixarmos morrer a criança que há em nós, porque é ela que nos dá a inspiração para escrever e criar.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Shoppings
domingo, 3 de maio de 2009
Dia da Mãe
sábado, 2 de maio de 2009
A Identidade do Diabo
A verdade, é que o pobre Diabo nem sequer existe. Ele é apenas uma forma de nós “figurarmos” o mal. Aliás o ser humano atribui uma forma e um nome a tudo o que conhece e que imagina, porque só é capaz de imaginar aquilo que vê. O Diabo é portanto uma mera representação do mal que nós não queremos ou não sabemos justificar.
Isto faz todo o sentido, a partir do momento em que Deus criou o Mundo à sua imagem (confesso que considero esta teoria um pouco utópica, no sentido em que estamos a reduzir a uma imagem, Algo que é infinitamente grande), onde o amor é o núcleo principal, logo não tinha qualquer lógica se criasse uma criatura maléfica. Assim como não faz sentido, vermos Deus como o ditador que nos comanda à distância. Deus é o amor e, o amor é liberdade. Os homens são livres e o mundo depende das suas atitudes, para se tornar mais justo.
Atenção que tudo o que estou para aqui a dizer, já foi dito por um padre e está muito bem explicado num magnífico que acabo de ler. Eu apenas acrescento o facto da mente humana funcionar à base de imagens / nomes. O conhecimento parte sempre da observação. Criamos imagens e nomes para tudo, mesmo para aquilo que não conseguimos ver nem explicar, mas sempre com base naquilo que vemos.
O Homem é minúsculo em relação à imensidão do Universo e o facto de nem sequer saber a sua origem, faz com que ele tenha necessidade de criar teorias, crenças, religiões, para se sentir mais confortável e protegido. Concluindo, vivemos na ilusão, procurando a verdade.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Realidade anedótica
- A menina não pode entrar!
A mãe, que a acompanhava de bicicleta, fica surpreendida.
- Não podemos entrar?! Porquê?
- A senhora pode, mas a menina não!
Vendo que aquilo era um perfeito disparate, a jovem continuou a andar, mesmo com o guarda a tentar travar-lhe a cadeira. Como não estava a conseguir controlar a situação, o guarda chamou o chefe.
- Mas... Desculpe lá, porquê que a minha filha não pode entrar num parque que é público?!
- Porque não podem entrar carrinhos a gasolina! – responde o homem todo convencido.
Enfim, o guarda era tão inteligente, que o chefe nunca mais arriscou em sair da beira dele!